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Exercícios de Guerra

Si vis pacem, para bellum.

Se quer a paz, prepare a guerra”, diz o clássico provérbio latino atribuído a Publius Flavius Vegetius Renatus.

O romano sabia do que falava. Além de autor de um importante tratado militar, ele vivia a decadência do Império Romano do Ocidente, que cedia aos bárbaros invasores partes de seu território.

Mesmo os EUA não estavam preparados para a Segunda Guerra Mundial; tinham uma respeitável Marinha, mas Exército e aviação ridiculamente pequenos quando Japão e Alemanha declararam guerra em 1941. E conflitos podem surgir de repente.

Ninguém previu o ataque argentino a uma colônia britânica em 1982 no Atlântico Sul, as Falklands (ou “Malvinas”, para os invasores). Havia menos de cem fuzileiros navais para defender a colônia habitada por cerca de 2.000 britânicos.

Graças à diplomacia ao longo de dezenas de anos, com destaque para o barão do Rio Branco no começo do século passado, o Brasil tem as fronteiras mais tranquilas do planeta.

Ninguém quer um pedaço dos seus 8.511.865 quilômetros quadrados.

Ninguém ambiciona os recursos naturais do país. No entanto nem sempre foi assim, como mostra a história.

E se os cenários mudarem? Um país com perto de 200 milhões de habitantes e apenas 325 mil militares teria como se defender?

São cerca de 200 mil homens e mulheres no Exército, 60 mil na Marinha e 65 mil na Força Aérea. Mas a disponibilidade de equipamento para esse pessoal costuma ser baixa. Faltam recursos para a manutenção e operação.

Dos cerca de cem navios da Marinha, só metade está disponível. Dos 200 aviões de combate (caça-bombardeiros), o normal é ter só uns 85 operacionais.

Dos quase 300 aviões de transporte, só um terço poderia decolar agora. E dos perto de 2.000 blindados de vários tipos do Exército, só metade conseguiria sair dos quartéis.

Existe ainda a questão da obsolescência. O único porta-aviões, de segunda mão, é de 1963 (além de passar a maior parte do tempo no porto, seus caça-bombardeiros foram projetados nos anos 1950).

O país tem investido no desenvolvimento e compra de novos equipamentos, mas em quantidade pequena.

Se algum inimigo hoje insuspeito atacasse de repente, hipoteticamente, o que poderia acontecer?

CENÁRIO 1 – AMAZÔNIA
“Jovens, bem-vindos ao Amapá. Soube que entre vocês estão estudantes de várias disciplinas. História, geografia, ciência política, arquitetura, engenharia. Ótimo. Embora vocês provavelmente interajam pouco com seus colegas de outras áreas, aqui é o lugar em que um enfoque multidisciplinar faz sentido. É preciso entender um pouco de tudo para apreciar essa obra-prima, esse monumento que ajuda a explicar o motivo de a maior parte da Amazônia ser brasileira.”

Os estudantes continuam em silêncio.

Alguns olham para a anatomia das colegas mais jeitosas, outros ficam pensando se foi boa ideia embarcar nessa viagem até o fim do mundo para ver um monte de pedras empilhadas, algumas moças pensam no efeito que o calor equatorial vai ter na sua maquiagem.

E, surpresa, há até alguns que param para digerir o que diz o anfitrião.

“Moças, rapazes; vocês agora têm o prazer de conhecer uma joia da arquitetura militar luso-brasileira, a fortaleza de São José de Macapá. E seu simbolismo é tão forte que seu traçado está na própria bandeira do Estado.”

Os estudantes automaticamente levantam o olhar para uma das bandeiras. Logo em seguida, olham estarrecidos na direção do mar.

Uma explosão, um clarão. Novas explosões. Eles saem correndo em várias direções. Uns poucos têm o bom senso de se jogar no chão ou de se proteger atrás das muralhas da velha fortaleza. As explosões continuam. A Amazônia está sendo invadida.

OBSTÁCULO
Um historiador tinha deixado claro o papel da fortaleza: “Imensa e bem construída, esta fortificação se ajustou razoavelmente às propostas do marquês de Pombal para a região, servindo de prova efetiva e tangível de que a Coroa portuguesa era a proprietária do cabo do Norte e de que qualquer pessoa que tentasse disputar a posse teria que superar esse gigantesco obstáculo antes de atingir seu objetivo. A fortaleza passava a ser o verdadeiro ‘fecho do Império’ na foz do Amazonas”.

Continuando, o historiador Adler Homero Fonseca de Castro foi preciso: “Em 1863, um relatório que examinou as fortificações do Brasil teceu novas considerações elogiosas sobre a posição”, “a mais vantajosa e interessante, por estar situada na foz do norte do Amazonas”, apesar de não defender “totalmente” a entrada do rio.

Embora esteja obsoleta há mais de um século, a fortaleza, num ataque como o descrito, não seria o alvo, a despeito de ser uma das antigas “fechaduras” da região.

Um dos objetivos era relativamente pequeno e modesto: um navio de patrulha da classe “G” ali atracado, com deslocamento de apenas 217 toneladas, comprimento de 46,5 metros e velocidade máxima de 27 nós (50 km/h). O armamento principal é um modesto canhão de calibre 40 mm de duplo emprego (antiaéreo e antinavio).

Os 12 navios de patrulha brasileiros da classe Grajaú têm todos nomes começando com “G”, como Guarujá, Guanabara e Gurupi.

Refletem uma tradição; durante a Segunda Guerra Mundial, a Marinha deu os mesmos nomes para também pequenos caça-submarinos de fabricação americana, usados para patrulhar o litoral do país contra submarinos “invasores” no mar territorial do país vindos da Alemanha e da Itália.

É tudo muito pouco para defender o extenso litoral do país. Um invasor facilmente ocuparia as chaves da região amazônica, Macapá e Belém.

CENÁRIO 2 – AMAZÔNIA AZUL
Para mostrar a importância do mar territorial, a Marinha criou a curiosa expressão “Amazônia azul”.

Mais ao sul, mais especificamente no sudeste do país, um dos três mais modernos navios da Marinha do Brasil estava em operação, uma missão de rotina.

A Marinha adora siglas; logo, os três navios da mesma classe, Amazonas, são conhecidos como NPaOc, acrônimo para Navio Patrulha Oceânico.

São navios modernos -os mais novos de todos, com um maior grau de informatização-, apesar de não serem os navios com maior poder de combate para seu tamanho: mesmo com mais de 2.000 toneladas completamente carregados, só têm armamento leve.

Nem mísseis nem torpedos; e o canhão principal tem calibre 30 mm. Já as fragatas e corvetas da Marinha têm canhões principais de calibre 114 mm, além de ter mísseis e armas antissubmarinas.

Os três NPaOc servem mais a uma função “policial” do que “militar”.

Não foram projetados para a guerra convencional contra uma marinha inimiga, mas para lidar com problemas mundanos como narcotráfico, pirataria e contrabando. A Marinha, afinal, tem que proteger instalações como as plataformas de petróleo.

À noite, essas plataformas parecem inusitadas cidades em pleno oceano. Luzes no horizonte, contatos no radar.

É difícil imaginar isso em pleno mar. Mas ali vivem e trabalham milhares de brasileiros, extraindo do fundo do mar um recurso cada vez mais raro no planeta.

Isso faz as plataformas se multiplicarem e, cada vez mais, se aprofundarem em busca do combustível fóssil.

O navio classe A estava patrulhando entre dois grandes campos de plataformas quando um marinheiro observou um clarão no horizonte.

Quase simultaneamente, um sargento notou um contato no radar se aproximando rapidamente. Lembrou-se de um treinamento anterior. Parece um míssil vindo na direção do navio. Como? Não há nenhum exercício planejado!

Seria um alvo fácil para um ataque surpresa. E o resto da esquadra, concentrada na baía da Guanabara, seria fácil de achar e atacar.

Claro, apenas os americanos teriam hoje condições de fazer um ataque destes.

Mas e se, em um futuro não tão distante, os chineses conseguissem bases no oeste africano e prosseguissem por algum motivo na sua busca insaciável por recursos naturais?

CENÁRIO 3 – MAIS AMAZÔNIA
O veículo, ou “viatura”, como prefere o pessoal do Exército, foi chamado de VBTP-MR Guarani.

Veículo (ou “Viatura”) Blindado de Transporte de Pessoal, Médio, Sobre Rodas. Produzido em Minas Gerais, projeto em parceria com a empresa italiana Iveco. Alguns deles estão sendo testados em um lugar incomum: Roraima.

Detalhes do veículo? Comprimento: 6,91 m /Altura: 2,34 m/Largura total: 2,7 m /Peso vazio: 14,5 toneladas /Peso carregado: de 17 a 20 toneladas /Velocidade máxima em estrada: 100 km/h.

Demorou anos, mas o Exército Brasileiro, o EB, resolveu substituir seus velhos blindados sobre rodas Urutu e Cascavel, produtos da jurássica empresa (faz tempos falida) Engesa. Eram bons veículos de seis rodas, exportados para vários países, usados pelo EB em missões de paz em Angola, Moçambique, Haiti -lamentavelmente, porém, são obsoletos hoje.

O Guarani começou a ser produzido em uma versão básica de transporte de infantaria, levando um grupo de combate de infantes, com uma metralhadora no teto, de calibre 12,7 mm, de controle remoto.

Mas também se criou uma versão experimental de “veículo de combate de infantaria”, com um mais parrudo canhão calibre 30 mm; e uma versão para substituir o Cascavel, um carro de reconhecimento, com canhão calibre 90 mm ou o mais poderoso 105 mm.

Sejam quais forem as decisões sobre armamento, ainda pendentes, dois grupos desses VBTP-MR foram enviados para dois possíveis locais de emprego em guerras convencionais contra vizinhos, por mais que os vizinhos da República Federativa do Brasil sejam em geral amistosos.

Com certeza um dos destinos previstos e previsíveis foi o Rio Grande do Sul.

Esse sempre foi o local de praxe paras as forças mais móveis do Exército, onde se concentrou o grosso da cavalaria e da sua versão moderna, mecanizada, os tanques (que o EB chama de “carros de combate”) e os blindados de transporte de tropas.

Durante muito tempo se pensou em uma “Blitzkrieg” de blindados argentinos atacando a região (Uruguai e Paraguai nunca foram ameaças sérias no século 20). Cenário cada vez mais improvável.

Os primeiros testes com o Guarani foram feitos no Rio, no campo de provas do Exército.

Depois duas pequenas unidades foram enviadas a campo.

E, além do óbvio Rio Grande do Sul, outro lugar foi Roraima – a Amazônia não inclui apenas floresta: Roraima tem campos perfeitamente adequados para veículos militares.

CLAREIRA
Um pelotão de Guaranis -quatro veículos- fazia uma patrulha perto da fronteira. Uma opção de organização desse tipo de unidade, ainda não definitiva, inclui um veículo armado com o canhão de 30 mm, e os restantes com o tradicional 12,7 mm (a clássica metralhadora “ponto cinquenta”, ou.05 polegada).

De repente saem de uma clareira alguns blindados não identificados. O tenente comandante do pelotão ordena que os VBTP parem e procurem cobertura possível atrás das poucas árvores e colinas em torno.

Ele abre a escotilha para observar melhor, quando vê um clarão e ouve logo em seguida uma explosão.

O inimigo avançaria rápido por esses campos com forças blindadas. Supondo que fossem venezuelanos bolivarianos fanáticos, também tomariam a região de Essequibo, na vizinha Guiana.

Foi pura coincidência. Alguém no Exército também resolveu testar na região uma bateria de artilharia bem especial: o sistema Astros II, da Avibrás, um sistema de foguetes de múltiplos calibres capaz de atingir alvos a distâncias entre 9 e 300 km, que logo entraria em ação, tornando o resultado do conflito menos previsível.

CENÁRIO 4 – FRONTEIRAS
Em vários pontos do país existe outro produto da indústria de defesa nacional em operação no mesmo momento, um avião de transporte.

Levou algum tempo para produzi-lo, um pouco mais que o previsto, mas compreensivelmente, pois o objetivo era substituir um dos aviões mais icônicos, seminais e clássicos da história, o avião de transporte americano Hercules C-130.

“O substituto de um Hercules é outro Hercules”, dizia a fabricante, a Lockheed. A empresa brasileira Embraer resolveu apostar que teria uma opção melhor: a aeronave de transporte e reabastecimento aéreo de combustível KC-390.

O C-130 é um turboélice de quatro motores; o KC-390 é um bimotor a jato, o primeiro grande projeto multinacional na área de aviação em que uma empresa brasileira é a principal envolvida. E os novos aviões estavam voando pelo país em diferentes missões.

As fronteiras do país, no mar ou em terra, costumavam ter os fortes como principais barreiras a uma invasão.

Muralhas e canhões eram o principal desafio que um inimigo tinha que contornar, assim como -e principalmente- os homens por trás das defesas.

A ameaça passou a ter novas dimensões. Um dos novos “fechos” da Amazônia, e das fronteiras em geral, é uma outra classe de aviões da Embraer, os EMB 145 ISR -aviões-radar, de vigilância área e de sensoriamento remoto.

A empresa usou como plataforma para o equipamento eletrônico seu bem-sucedido avião comercial ERJ 145 e criou a dupla R-99 e E-99.

O EMB 145 Multi Intel, ou R-99, é voltado para sensoriamento remoto, e o EMB-145 AEW&C (do inglês “Airborne Early Warning and Control”), ou E-99, é um avião-radar de alerta aéreo antecipado e controle de tráfego aéreo.

Aviões-radar dão informações. Mas é preciso que existam aviões de combate aptos a utilizá-las.

A depender da ameaça, não precisam ser caças de última geração: aviões de traficantes e contrabandistas podem ser visados por aeronaves de ataque leve como o Embraer EMB-312 T-27 Tucano (um sucesso internacional de vendas: cerca de 650 aeronaves operando em 15 forças aéreas mundo afora) ou seu sucessor, o EMB 314 A-29 Super Tucano -ou ALX.

O Super Tucano também tem uma função de ataque a guerrilhas, ou “insurgentes”, como é moda defini-las hoje. Tem sido usado nessa função pela Força Aérea da Colômbia.

MÍSSIL
O par de Super Tucanos patrulhava a fronteira sobre a floresta. Impossível identificar qualquer coisa debaixo das árvores.

O avião-radar, contudo, tem uma visão mais precisa e detalhada. É possível “enxergar” parte do que acontece no solo.

De repente surge um clarão na tela. Que se repete visualmente, na direção dos dois aviões de ataque leve. Um míssil terra-ar, certamente disparado do ombro, da classe do antigo soviético SAM-7, ou do americano Stinger. Seja qual for o míssil, é barato, é simples de operar, e um grupo de narcotraficantes pode usar.

Os dois Tucanos percebem a ameaça e começam manobras evasivas.

Meio-dia, terça-feira, 26 de fevereiro de 1991; cerca de 40 homens realizam uma incursão em território brasileiro.

Eles atacaram um destacamento do Exército na margem do rio Traíra, na fronteira entre Brasil e Colômbia.

Durante a ação, a unidade brasileira de 17 homens teve três soldados mortos e nove feridos; armas e equipamento brasileiros foram capturados. Uma retaliação depois recuperaria parte do armamento roubado e mataria parte dos “insurgentes”.

O episódio deixa claro a “área cinzenta” entre tráfico de drogas, guerrilha e banditismo puro em partes da fronteira do país, retratada também em artigo do coronel Álvaro de Souza Pinheiro (“Guerrilla in The Brazilian Amazon”, Foreign Military Studies Office, Fort Leavenworth, KS., 1995).

HISTÓRIA
Um pouco de história: em 1624 os holandeses atacaram e tomaram Salvador.

Perderam no ano seguinte. Atacaram e tomaram Recife e Olinda em 1630; só foram expulsos em 1654. Mesmo antes disso, tinham iniciativas na Amazônia -pequenos fortes e feitorias-, assim como ingleses, franceses e mesmo irlandeses.

Franceses fundaram, na prática, duas cidades brasileiras, duas capitais de Estados: Rio de Janeiro e São Luís. Foram expulsos pelos portugueses.

Em 1710 e 1711, atacaram de novo o Rio, mas apenas para saquear -com sucesso, na segunda vez.

Os holandeses queriam dominar o comércio do açúcar, e também o dos escravos necessários para sua produção (por esse mesmo motivo chegaram a dominar Luanda, em Angola, antes de serem rechaçados).

Novos invasores podem ir atrás de outros recursos. Como o petróleo do pré-sal. Biodiversidade amazônica?

Difícil; a biotecnologia resolve as coisas com mais facilidade nos laboratórios, sem precisar invadir um país para ter acesso a folhas e formigas.

Recurso mais raro e valioso no futuro: a simples água doce. Na Amazônia está a maior reserva do mundo, que pode ter cada vez mais sede, dependendo do aumento da população e da mudança climática.

CENÁRIO 5 – PLANO
“Em 22 de fevereiro de 1942, dois meses e meio após o ataque japonês a Pearl Harbor, os Estados Unidos invadiram e ocuparam o Nordeste do Brasil. Após 12 dias de navegação a partir de Hampton Roads, Virgínia, EUA, uma força naval de apoio de fogo -incluindo o couraçado USS Texas (BB-35), e o 11º Grupo de Aviação dos fuzileiros navais embarcado no porta-aviões USS Ranger (CV-4), e um comboio de navios de transporte carregados de equipamento de combate para a força de desembarque de batalhões da 1 ª Divisão de Fuzileiros Navais e 9ª Divisão do Exército-, apareceu na madrugada ao largo da cidade de Natal na ‘protuberância’ a leste do Brasil”, foi a descrição de um historiador da invasão que poderia ter acontecido, e foi planejada, mas não houve, graças à diplomacia (“Invade Brazil?!”, por Michael Gannon, United States Naval Institute Proceedings, Vol. 125, No. 10, Oct. 1999).

Segundo Gannon, o “problema” do governo americano com o Brasil era a ditadura liderada por Getúlio Vargas e a noção de que a maior parte das Forças Armadas, especialmente o Exército, era a favor do eixo Berlim-Roma-Tóquio.

O curioso, como ele mostra, é que o plano de invasão poderia redundar em um grande fracasso.

Nem tanto pela competência das Forças Armadas brasileiras, mas pela falta de experiência americana em desembarques anfíbios e pelas praias de difícil acesso do Nordeste por embarcações ainda não testadas.

O número de tropas era pequeno para lidar com eventual insurgência. Os EUA poderiam ter tido no Brasil em 1942 o que teriam no Iraque depois de 2003.

Preservado hoje no Estado que lhe deu o nome, o USS Texas foi veterano da Primeira Guerra Mundial e da Segunda. Seus canhões deram apoio de fogo em operações importantes, como a invasão da África do Norte em 1942, a da Normandia em 1944 (o “Dia D”) e depois, no Pacífico,contra os japoneses em Iwo Jima e Okinawa, em 1945.

Recebeu cinco “battle stars” (“estrelas de batalha”) por operações como essas. Para sorte dos brasileiros, Natal não entrou nessa lista.

RICARDO BONALUME NETO

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